quinta-feira, agosto 11, 2005

Suspeito de fogo em Soure detido pela Judiciária

Dirão as pessoas que nos visitam lá esta o pessoal do PNR a bater no ceguinho, criminalidade, criminalidade, é todos os dias a mesma lenga lenga.
Gostaríamos muito de tratar outros temas, mas infelizmente o clima de insegurança, é certamente o factor que mais preocupa os portugueses na actualidade.
Num país onde o combate à criminalidade e aos acidentes tarda em aparecer, onde os políticos estão mais interessados em esconder ou camuflar as noticias e os números, onde um Ministro faz parar um helicóptero que esta afecto ao combate a um incêndio, para numa atitude de show off ou voyerismo pirómano, ir visitar as áreas ardidas, onde se procura defender os direitos dos criminosos, esquecendo sempre os das vitimas, o PNR é o único partido que ergue bem alto a sua voz e denuncia sem se humilhar ao politicamente coreto, todos os atentados à segurança do nosso povo.
Vem tudo isto a propósito de mais uma noticia que podemos ler no Diário de Coimbra.
A Policia Judiciaria deteve mais um alegado incendiário, a justiça do sistema, aplicou-lhe como medida de coacção o termo de identidade e residência, e apresentações periódicas. As vitimas dos incêndios os bombeiros os agentes da Policia Judiciaria, que pensarão desta medida? Até quando vamos assistir a palhaçadas como esta ?
O PNR têm em relação ao combate ao crime uma política de tolerância zero, só com mão dura e com as policias na rua sera possível alterar este estado de coisas.

1 Comments:

Blogger Editor escreveu...
E daqui a quantos anos será o indivíduo em causa julgado?
Se ele tivesse ficado preso preventivamente, o processo passaria a ter natureza urgente e não poderia demorar muito.
Como ficou em liberdade, o processo vai para o armário do tribunal, engrossar as toneladas de processos que lá esperam, esperam, esperam...
Entretanto, há-de vir uma amnistia e um perdão de penas (medida de que o PS é entusiasta - é só uma questão de tempo) e, quando o indivíduo em causa vier a ser, finalmente, julgado, já uma parte da pena que lhe vier a ser aplicada estará automaticamente perdoada.
Se o indivíduo for recorrendo da sentença enquanto puder, terá tempo para beneficiar de mais amnistias e perdões... e, no final, o Estado ainda lhe ficará a dever qualquer coisa...
Quando é que o poder político resolverá, realmente (e não com medidas demagógicas e populistas, que só agravam as coisas), os problemas da Justiça?
12/8/05 09:19  

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