quarta-feira, agosto 03, 2005

VIVER GÓIS | Festas do Município

VIVER GÓIS | Festas do Município |
PROGRAMA
Dia 11 de Agosto Quinta-Feira
14.30h –Seminário de Abertura da FACIG’05
“Novos Horizontes para o Turismo em Góis” – Auditório da Biblioteca Municipal

19.30h – Inauguração da XIII FACIG e da Exposição Etnográfica
“Usos e Costumes do séc. passado”
Parque do Baião

22.00h – Concerto:
Filarmónica Varzeense - FILVAR
Filarmónica da Associação Educativa e Recreativa de Góis
Parque do Baião
Dia 12 de Agosto Sexta-Feira
21.00h – Animação da Feira com a Tocata Típica da Região de Góis

22.00h - Dança Brasil
Parque do Baião

Dia 13 de Agosto – Dia do Município Sábado

09.30h – Hastear da Bandeira

10.30h – Sessão Solene Comemorativa do Dia do Município
Atribuição de Medalhas de Mérito e Bons Serviços
Salão Nobre dos Paços do Concelho

12.00h – Inauguração do Monumento aos Combatentes do Ultramar
(rotunda da Av. Engº Augusto Nogueira Pereira)

22.00h - X Góis Fashion - Largo do Pombal

00.00h - Festa da Espuma - Parque do Cerejal
Dia 14 de Agosto Domingo
10.00h - VIII Concentração de Cicloturismo "Capital do Ceira"
VII Prova de Atletismo

18.00h – Desfile Etnográfico
S. Paulo

19.00h – XXV Festival de Folclore Beirão
III Festival de Folclore Internacional
Parque do Baião
Dia 15 de Agosto Segunda-Feira
23.00h – D’ZRT
Parque do Baião

00.00h – Encerramento da XIII Feira Agrícola, Comercial e Industrial de Góis

De 11 a 21 de Agosto estará patente a Exposição Etnográfica
“Usos e Costumes do séc. passado” de Manuel Alves Teresinho no Parque do Baião.

Visitar Góis é um convite à viagem, pelos encantos da sua paisagem ou pelos corredores da história: antiga de milénios na Pedra Letreira de Alvares. Com quase seiscentos anos como na Igreja Matriz que foi instituída em 1415 e onde Diogo de Castilho e João de Ruão deixaram na pedra a marca dos grandes génios.
Mas na Capela do Castelo, na Capela de S. Sebastião ou na Capela de Sto. António, no conjunto de casas de setecentos e oitocentos ou na perfeição dos arcos da ponte sobre o Rio Ceira, a história continua a escrever-se