quarta-feira, setembro 28, 2005

JORNALISTA TERRORISTA




O jornalismo deveria ser pautado pela imparcialidade dos seus profissionais. Deveriam informar, não julgar ou opinar. Dar a conhecer, não impingir ou instrumentalizar, mas o que vemos diariamente nos órgãos de comunicação social do politicamente correcto é uma total repressão das opiniões contrárias ao estipulado e vigente. Boicotam as opiniões, reprimem o pensamento.

No seguimento desta atitude, ontem assistiu-se à vergonha das vergonhas: a apresentação da candidatura do PNR à Câmara Municipal de Lisboa foi completamente boicotada pelos me(r)dia portugueses. O que leva estes senhores a tomar a atitude e a posição do BOICOTE?

Numa sociedade democrática boicota-se a apresentação de uma candidatura tão válida como qualquer outra com que intuito?

Afinal a democracia não é para todos, é só para alguns.

Os portugueses acreditaram que há 30 anos se tinham livrado de uma ditadura para se instalar um regime de liberdade de pensamento, de livre expressão, mas o que vemos hoje em Portugal e na Europa? Pois é, o pensamento contra o politicamente correcto e contra os poderes instaurados é reprimido em estados ditos livres e democráticos. Acreditem, que hoje não se vive com mais liberdade do que se vivia nos tempos do «Antigo Regime», é só despertar para a realidade envolvente e perceber que o regime a que se chama democracia, não é mais do que uma ditadura mascarada.

Todos os regimes se apoiam em estruturas da sociedade, as ditaduras ocidentais apoiam-se nos media. São estes que veiculam o pensamento, as opiniões, por isso é que hoje existem profissionais fazedores de opinião, são os pilares intelectuais destes regimes. Nesta lógica, basta ver as opiniões formuladas sobre o PNR nos últimos meses e até semanas para entender que o BOICOTE já era esperado.

Aos nossos inimigos, um dia vão sofrer as amarguras do poder.

Pilhado no Causa Nacional