sábado, abril 30, 2005

1º DE MAIO

Dia do Tributo à Mãe Gandaresa, a realizar a 1 de Maio, no local conhecido como Cabeço, na Fontinha. Aberto à participação de todas as pessoas da Gândara, sejam de Febres, Cantanhede, Mira, Vagos ou Montemor-o-Velho, este dia tem como principais objectivos alertar a comunidade para o papel da mãe na sociedade e dignificar o seu estatuto como pilar de base da família.

Com missa campal, debates e almoço partilhado, o Dia do Tributo à Mãe Gandaresa vai incluir ainda o lançamento do repto para a edição de uma obra dedicada às mães gandaresas (escrita a várias mãos e editada pela ARCAF com o apoio dos municípios da Gândara), e a apresentação da bandeira da associação.

Durante todo o dia vai funcionar um atelier de moldagem e escultura a partir do barro, dirigido pelo escultor Carlos de Oliveira (autor da escultura em homenagem à Mãe Gandaresa, da ARCAF).

sexta-feira, abril 29, 2005

COMEMORAÇÕES A SOLO

Sem a participação das “ massas” que douraram os primeiros anos da revolução dos cravos, as comemorações dos 31 anos do 25 de Abril, ficaram-se por sessões mais ou menos solenes, por esse país fora.
Os portugueses para certos assuntos já começam a abrir os olhos, e a não ir em “ grandolas vila morena e cravos”

SEM COMENTÁRIOS

Municípios sem acesso a crédito aumentam em 2005


Este ano, há 45 autarquias impedidas de recorrer ao crédito para financiarem as suas actividades.

Este número cresce em relação a 2004, altura em que estiveram fora do rateio do endividamento 39 entidades do universo de 308 municípios. Lisboa e Porto mantêm-se sem autorização para se endividarem junto da banca.

O TERRENO PRIMEIRO A OBRA TALVEZ

Segundo apuramos o Instituto de Emprego e Formação Profissional, pressionou a Câmara da Lousã para a entrega de um terreno onde iria construir, um novo centro de Formação Profissional, três anos volvidos, e da obra ninguém sabe.
O terreno lá continua, talvez à espera de um Curso de Formação em construção civil.
O que espanta neste assunto é o mais completo silencio sobre o mesmo, e o desrespeito pelas gentes da Lousã. Em tempo de eleições os políticos do sistema tudo prometem, até aquilo que sabem que nunca vão concretizar, ou fazem mesmo promessas que à partida não estão nos seus plano.

quinta-feira, abril 28, 2005

PENA E ESPADA

O PENA E ESPADA, faz hoje um ano.
O COIMBRA NACIONAL envia uma abraço de parabéns.
Este é sem duvida um blogue nacionalista de referencia, que já saltou da net, para as páginas dos jornais.

NOVAS CONTRATAÇÕES PARA O PS

Em algumas autarquias onde não têm nomes fortes para apresentar nas eleições deste ano, o PS está a aliciar os actuais autarcas para trocarem de camisola, candidatando-se nas listas socialistas. Segundo o Coimbra Nacional apurou, há casos, ainda em negociação, em que o presidente de câmara não aceita mudar de partido, mas pode ver membros da sua equipa transferirem-se para o PS. Há negociações nesse sentido com autarcas do PSD e do PCP um pouco por todo o País, mas este processo é mais evidente na região centro.
Cada vez a política se parece mais com o futebol.
Agora só falta aparecer um organismo tipo FIFA ou UEFA para regulamentar as contratações.
Já agora gostaríamos de saber, quanto custou a contratação destes ponta de lança, defesas e guarda redes.
Será que também existem olheiros?
Quanto a apitos dourados não temos duvidas, a política nacional esta cheia de pulhices, e vigarices.

ÁGUAS DA FIGUEIRA

empresa Águas da Figueira vai enviar uma carta aos consumidores a explicar o aumento da água. ver As Beiras.
Estão a tentar explicar o inexplicável, a lançar areia para os olhos dos munícipes.
A Figueira da Foz fica com este aumento com uma das tarifas da água mais cara do país.
Tinha sido prometido um aumento progressivo, o que não esta a ser cumprido.
Não é justo que os Figueirenses tenham que pagar duas vezes as obras efectuadas na rede de águas. Senão vejamos, paga-se os impostos que deviam servir para efectuar este tipo de obras, e paga-se novamente pela água.
O Coimbra Nacional continua a apoiar o MAF ( Manda A Factura) a campanha do autocolante também por nós divulgada, bem como a ultima iniciativa de travar judicialmente esta injustiça.

quarta-feira, abril 27, 2005

PORTUGAL E A JUSTIÇA

Tivemos hoje conhecimento, que os indivíduos de etnia cigana implicados, no crime se escravatura, tinham sido postos em liberdade, sendo-lhes apenas aplicada a obrigatoriedade de apresentação periódica às autoridades policiais, como meio de coacção.
Também chegou ao conhecimento de todos nós, que o gang acusado da morte de um agente da Policia Judiciaria, e nos assaltos às carrinhas d transporte de valores, tinha visto alguns dos seus menbros sair em liberdade, visto ter terminado o período, permitido por lei para a prisão preventiva.
È a justiça que temos, não é a que queremos.
O Sistema Judicial Português é lento e burocrático e em consequência disso encontra-se perto da paralisação e da rotura pela acumulação de processos.
Por isso é imperioso reestruturar o Sistema Judicial por forma a aumentar a sua eficácia e operacionalidade.Esta reestruturação deve passar pela especialização dos Tribunais, em função da natureza dos crimes e pelo aumento dos juizes para instrução e julgamento dos casos de média e grande complexidade.
Para casos simples e de pequena complexidade, a sua apreciação deveria ser cometida a juizes adjuntos ou delegados para cujo provimento poderiam concorrer advogados com formação adequada; isto simplificaria a tramitação processual e em consequência a rapidez de decisão.
Por outro lado, impõe-se rever a legislação processual, simplificando a burocracia e o próprio Código Penal, adaptando-as ao contexto actual e aproveitando-se a experiência de casos mediáticos recentes e agravando-se as penas para crimes de extrema gravidade como o tráfico de droga, o tráfico e exploração de seres humanos, a pedofilia, a violação, a corrupção, o roubo e extorsão, o banditismo e a associação criminosa, os crimes fiscais e os crimes praticados por imigrantes aos quais, consoante a sua gravidade, poderia ser aplicada a pena de expulsão, que funcionaria como dissuasora e contribuiria para melhorar a segurança dos Portugueses.
Também importante para o PNR seria a generalização dos julgamentos com jurados, para aumentar os instrumentos de decisão dos juizes, minimizarem-se os erros judiciais e em consequência melhorar a Justiça
O PNR propõe-se
— Reestruturar o Sistema Judicial e reforçar a independência da Justiça;— Aumentar a operacionalidade dos Tribunais;
— Rever e melhorar a legislação processual e o Código Penal, com agravamento das penas para crimes de grande gravidade;
— Implementar os julgamentos com jurados;— Remodelar as infra-estruturas prisionais

AUTARQUICAS I

Vitor Baptista vai ser o candidato pelo PS à Câmara de Coimbra.
Como promessa eleitoral, copia o chefão mas aqui é mais modesto, só promete “financiar” cinco mil postos de trabalho. O PS e os seus lideres continuam a passar atestados de estupidez aos portugueses, com este tipo de promessas.
Ainda estamos à espera dos postos de emprego prometidos pelo Eng.Socrates, já os seus correligionários vêm prometer mais, a julgar pela fartura e se o PS vencesse na maioria das Câmaras Portuguesas, teríamos o problema do desemprego resolvido em Portugal.
Não tenhamos ilusões a candidatura de Vitor Baptista à Câmara de Coimbra, senão é a continuação do Machadismo, é pelo menos apagada e medíocre como foi o seu desempenho como Governador Civil.

terça-feira, abril 26, 2005

COIMBRA ADIADA

Os empresários de Coimbra mostram o seu descontentamento face ao actual momento da economia portuguesa.
Por um lado queixam-se da concorrência estrangeira sobretudo a chinesa.
Por outro lado falam da falta de investimento em Coimbra.
O Coimbra Nacional já aqui manifestou o seu repudio á concorrência desleal feita pelos produtos chineses. Com efeito um operário chinês ganha cerca de nove vezes menos que um português, e ainda é obrigado a trabalhar mais horas. Lá como seria cá os Comunistas não se preocupam com os direitos dos trabalhadores.
Mas a crise da cidade e do distrito não se resume somente ao problema criado pelos produtos estrangeiros, insere-se num contexto mais vasto, o da falta de investimentos.
Durante muito tempo a discussão sobre a industria no distrito centrava-se no principio de aproveitar os conhecimentos vindos da Universidade, efectuar parcerias, que por um lado iriam proporcionar aos licenciados novos postos de trabalho ou de estágio, e aos investigadores, a possibilidade de poderem ver concretizados os seus estudos na pratica.
Este assunto encheu as páginas dos jornais, foi tema das discussões mais inflamadas, ficou-se no campo das intenções.
Coimbra hoje tirando meia dúzia de excepções resume, a sua investigação com aplicação pratica a área da medicina.
Não creio que vá ser algum choque tenológico que vá alterar o estado das coisas, pois a industria do distrito e da cidade, é um projecto adiado por parte do poder politico. Alguma iniciativa privada ainda rema contra a maré, mas encontra obstáculos na especulação imobiliária e na burocracia e na falta de apoios.
A juntar a tudo isto não é de esquecer que o Estado é mau pagador, o que têm criado, bastantes dificuldades financeiras em empresas que lhe fornecem material.

segunda-feira, abril 25, 2005

Comunicado da Comissão Directiva
Trinta e um anos depois do 25/A



Na passagem do 31º aniversário do 25 de Abril, o Partido Nacional Renovador (PNR) considera ser tempo bastante para se fazer uma avaliação do sistema vigente. Podemos hoje concluir que os resultados estão bem à vista e não são nada animadores.
Instituída após o golpe, a democracia pluralista — à míngua de projecto alternativo — enfiou-nos na União Europeia, sem qualquer consulta prévia, arriscando a dissolução de Portugal no imenso espaço ibérico.
Segundo vários analistas económicos, o desenvolvimento do País retrogradou para os índices de 1962. E se, de algum modo, se disfarçou a pobreza indígena, foi à custa da destruição da indústria, da agricultura e da marinha mercante nacionais, trocadas pelo dinheiro de Bruxelas. Esse maná terminará em breve: sem dinheiro e crivados de dívidas, corremos o risco de morrer de fome. Belo desenvolvimento...
Actualmente, Portugal enfrenta gravíssimos problemas de desemprego, de corrupção, de competitividade económica, de tráfico de droga, de imigração, de criminalidade, de miséria, de insegurança… Até mesmo a famosa “liberdade” que os abrileiros tanto prometeram, falhou. Ou será que alguém acredita que é livre um povo cujo destino está nas mãos de Bruxelas? Ou cujos cidadãos vivem diariamente confrontados com o medo de, a qualquer instante, serem assaltados na rua?
Trinta e um anos não foram suficientes para que a classe política acabasse com a miséria e a pobreza dos Portugueses. É tempo, pois, de surgir uma alternativa credível e descomplexada para que se avance na História! Única força política com fundamentos verdadeiramente pós-abrilistas, o PNR assume-se como a vanguarda na luta por um Portugal novo.

domingo, abril 24, 2005

LEGITIMA DEFESA

O dono de uma gasolineira de Viseu saiu de casa em pijama, de madrugada e, empunhando uma caçadeira, correu com quatro ladrões a tiro. A sorte dos assaltantes, que escaparam ilesos e sem consumarem o crime, foi a arma ter ficado sem munições.
Esta noticia pode ser vista em pormenor no Correio da Manhã.
Infelizmente é esta a situação que temos no nosso país, têm de ser os cidadãos a pegar em armas para defender o que é seu. Embora este direito esteja consagrado na nossa legislação, pensaríamos nós que era uma figura em vias de desaparecimento, mas confrontados com a triste realidade concluímos que a nossa sociedade regrediu, isto é em termos de segurança voltamos aos tempos em que precisamos de ter uma arma em casa para defender o que é nosso.
Mas o nosso governo prepara-se para resolver esta questão, vai dificultar o acesso ao uso e porte de arma. Todos nós esperava-mos que o combate fosse, ao trafico de armamento ilegal. Não o governo quer tornar a nossa luta contra a criminalidade ainda mais desigual.
Em muitos pontos do país grupos de cidadãos começam novamente a falar na organização de milícias populares, é o desespero de quem vê os criminosos actuarem na mais perfeita impunidade, é o desespero de quem vê a policia capturar os criminosos e estes saírem pouco depois com termos de identidade e “licença para continuar a actuar”, é o desespero de quem nota que o numero de agentes de autoridade na rua diminui de dia para dia sem que o Estado faça algo para inverter a situação

sábado, abril 23, 2005

OS NOVOS CONTOS DA MAÇONARIA

Procuradoria investiga comportamento da Maçonaria


O DOCUMENTO que se supunha ter os nomes de 3600 informadores da PIDE afinal é «apenas uma lista de correio», referindo nomes de pessoas e instituições às quais a Legião Portuguesa pretendia enviar propaganda. Esta é a convicção de Pedro Dias, director do Instituto dos Arquivos Nacionais/Torre do Tombo, que recebeu o dossiê na quarta-feira. O dossiê, de finais da década de sessenta (ou princípios de setenta), com cento e oitenta páginas dactilografadas, apresenta listas de personalidades conhecidas ligadas ao Estado Novo (da política à Universidade), comandos nacionais, regionais e distritais da Legião, casas paroquiais, jornais e outras instituições locais. »
Quais as intenções da maçonaria em fazer crer que este documento continha outro tipo de informação?
Quem hediondos desígnios pretendiam atingir?

sexta-feira, abril 22, 2005

UMA ESCOLA SEM REI NEM ROQUE

Uma escola sem rei nem roque Opinião de: Santana-Maia Leonardo

Uma política educativa assente em teorias pedagógicas mal testadas e decorrentes de uma crença infundada no mito do ‘bom selvagem’ de Rosseau permitiu que a escola fosse tomada de assalto por bandos de rufias, que, por ausência de autoridade, acabaram por conquistar o poder de facto, pois são os únicos que podem usar a força para impor as suas leis. Só eles têm autoridade para bater, esmurrar, esfaquear ou pontapear quem quer que seja: professor, funcionário ou aluno. E se algum aluno tentar encontrar protecção num professor ou num funcionário rapidamente aprende quão frágil e ilusório é o poder destes. O estatuto do aluno do ensino não superior, aprovado pelo anterior governo, foi um esboço de tentativa de inverter este estado de coisas. É precisamente este estatuto que Albino Almeida, presidente da Confederação Nacional das Associações de Pais, quer agora que o ministro revogue. E qual é a solução alternativa que propõe para resolver os problemas mais graves de indisciplina? É o modelo sueco. O aluno é traficante de droga? Agride violentamente professores e colegas? Obriga os mais novos a dar-lhes o dinheiro que trazem para a escola? Violou alguma colega? Esfaqueou um funcionário? Toda a gente o quer ver dali para fora? Não é necessário, diz Albino Almeida, no PÚBLICO. Basta colocar o aluno no bar da escola que o problema fica resolvido. Não se ria, caro leitor, porque a proposta assenta num raciocínio difícil de rebater: se o aluno é bom a vender droga, também deve ser bom a vender bicas... A maioria dos pais hodiernos pertence a uma geração (de que Albino Almeida é o representante fiel) fruto de uma época (anos 60-70) em que se idolatrava o aluno insolente, baldas e marginal e se desprezava o aluno aplicado, trabalhador, cumpridor e educado. Não é, por isso, de estranhar que a participação dos pais nas nossas escolas tenha dado um contributo decisivo não só para o decréscimo da qualidade do ensino como para o aumento da indisciplina e da violência nas nossas escolas. A maioria dos pais só vai à escola por duas razões: ou para pressionar os professores a dar notas mais altas ao seu filho ou para pedir satisfações ao professor ou funcionário que ousou levantar a voz contra o seu filhinho. Mas há uma coisa que as pessoas têm de perceber: a escola não pode ser nem uma casa de correcção nem uma prisão. Para se pertencer à comunidade escolar, uma pessoa tem de aceitar e de se sujeitar às regras de funcionamento da própria comunidade. Os alunos "normais" (entendendo por normal comportamentos próprios da irreverência da idade) não podem ser vítimas nem os ratinhos da Índia de experiências pedagógicas de resultado duvidoso ou de programas de ressocialização de delinquentes. É fundamental que a escola proteja os alunos que aceitam as regras da comunidade, porque só assim aprenderão a confiar nas instituições.

FEIRA DO LIVRO ABRIU ONTEM EM COIMBRA

Cinquenta expositores, que representam duzentas editoras.
São estes os números da Feira do livro que abriu ontem em Coimbra. O certame voltou ao local de origem a Praça da Republica.
O Coimbra Nacional felicita esta feliz iniciativa, em prol da cultura, da divulgação literária e da leitura.

quarta-feira, abril 20, 2005

CAMPANHA CONTRA O AUMENTO DA ÁGUA NA FIGUEIRA DA FOZ

No âmbito da contestação ao aumento dos preços da água no concelho da Figueira da Foz, um grupo de cidadãos leva a efeito a campanha “Figueira da Foz – A Água Mais Cara do Distrito”, apelando aos consumidores que coloquem um autocolante no seu automóvel.

O lançamento da campanha decorre quinta-feira, pelas 18:00, junto à Praça da Europa (no parque de estacionamento do lado da doca de recreio).

Na ocasião será distribuído um folheto informativo com comparação dos preços praticados na Figueira da Foz e Coimbra. A título de exemplo, um consumidor da Figueira da Foz que gaste 1 m3 de água a cada dois meses, paga no total da factura mais 57,2 por cento que um consumidor de Coimbra”

NOÇÕES DE TACTICA MILITAR

Dos 45 milhões de “desvio” de verbas do Exército detectados pelo Tribunal de Contas, 35 milhões estão na Alemanha a render juros. A conta está em nome de uma agência.Eu já conhecia dos manuais militares o conceito de economia de esforços, não conhecia era os esforços de economia.

QUEIMA DAS FITAS 2005 COIMBRA

Cartaz internacional promete muito público De 6 a 13 de Maio, Coimbra vive a Queima das Fitas. A oferta musical assenta, de acordo com a comissão organizadora, num «um cartaz equilibrado», que pretende ter casa cheia todas as noites.
Para além dos já tradicionais, Baile de Gala, Serenata, Venda da Pasta, e da Garraiada, as noites do parque prometem muita diversão.
As noites do parque terão lugar na Praça da Canção,( mais conhecido por Choupalinho).
Durante as oito noites, haverá lugar à actuação de formações da casa. É o exemplo das Mondeguinhas e do Coral Quecofónico do Cifrão (dia 6), da Phartuna e Tuna Feminina de Medicina (dia 7), da Fanfarra e d’As Fans (dia 8), da Estudantina (dia 9), da Tuna de Medicina (dia 10) , da tuna In Vino Veritas (dia 11), da Orxestra Pitagórica (dia 12) e do Grupo de Fados de Coimbra (dia 13).
Quando ao preço dos espectáculos, o bilhete geral mantém-se nos 40 euros, sendo que o bilhete por noite vai oscilar entre os cinco e os dez euros para estudantes. Para os estudantes de fora de Coimbra e para os não estudantes os preços são outros, devendo variar entre sete e 16 euros.
Mais noticias em http://coimbra-nacional.blogspot.com

GOVERNANTE E ASSESSOR DE SAMPAIO MANDAM CALAR P. GABRIEL

Um assessor do Presidente da Republica e um secretário de Estado do Governo do Eng. Sócrates “aconselharam” o Padre Carlos Gabriel a pôr um ponto final nas críticas que têm feito às autoridades nacionais face ao silencio das mesmas, perante a onda de criminalidade que têm atingido os portugueses na África do Sul.
Os políticos do sistema, tentam assim silenciar alguém que perante a assassinato de portugueses ousa levantar a sua voz.
Este é mais um triste episódio da nossa democracia. Já não bastava a censura a que nos últimos tempos este assunto esta sujeito, para agora em nome do politicamente correcto o tentarem silenciar.
Estivesse este tipo de acontecimentos a ter lugar num qualquer país Europeu, e logo vinham a terreiro, todos os “defensores” dos direitos humanos, os SOS qualquer coisa, os jornais a radio e a televisão.
Muito me espanta que o Poder instituído, tão preocupado com os direitos dos imigrantes, não tenha uma atitude firme e consentânea, em relação aos direitos dos portugueses na África do Sul.
Aqueles que nos governam, preferiam até agora ignorar o sucedido, ou ter perante os factos um comportamento fraco, não intervindo a nível diplomático.
Não se cale Sr. Padre infelizmente no nosso país é assim, mas outra coisa não seria de esperar, estamos entregues, a traidores, desertores e cobardes.

terça-feira, abril 19, 2005

TEMOS PAPA- BENTO XVI



Joseph Ratzinger é o novo Papa. O nome do cardeal alemão foi anunciado cerca das 18h40 locais (17h40 em Lisboa), da varanda da Basílica de São Pedro, onde surgiu minutos depois, aclamado pelo milhares de pessoas que preenchem a Praça de São Pedro, o coração do Vaticano. Com 78 anos, Ratzinger era até agora o prefeito da congregação para a Doutrina da Fé. Está conotado a moral conservadora da Igreja. O Conclave escolheu esta tarde o sucessor de João Paulo II. Às 17h50, o fumo branco saía da chaminé na Capela Sistina. Cerca de quinze minutos depois, às 18h04, soavam os sinos da Basílica de São Pedro.

O PSD É COMO PILATOS

O Partido Social Democrata (PSD) vai abster-se na votação das propostas para a realização de um novo referendo sobre o aborto, afirmou esta segunda-feira o líder social-democrata, Luís Marques Mendes, que defende que a consulta só deve ocorrer depois do referendo europeu.
Nós sabia-mos que no PSD, havia alguns abortistas, mas que a Direcção do partido, em relação a este assunto iria lavar as mãos como Pilatos, é de facto uma triste novidade. Só encontra-mos uma explicação, o PSD para não ser derrotado, volta as costas.
Perder com honra é próprio dos homens de caracter, fugir das questões para não provar o amargo sabor da derrota, parece ser agora a pratica cobarde do PSD.

segunda-feira, abril 18, 2005

JANTAR NACIONALISTA



Todos os Nacionalistas Portugueses estão convidados! Vai haver um jantar no dia 23 de Abril ás 20:30 horas, em Aveiro, no restaurante Monte Alentejano.
Este jantar tem por objectivo marcar o arranque da actividade do PNR no distrito de Aveiro. Todos os Nacionalistas são bem vindos...

Para mais informações ou inscrição, contactar:

Telemóvel: 918737532
E-Mail: PNR Aveiro.

MUSEU MUNICIPAL INAUGURADO EM BOBADELA



A Bobadela, freguesia de Oliveira do Hospital, viveu no sábado mais um dia histórico, foi inaugurado o Museu Municipal.
No seu interior, encontram-se desde objectos ligados ao passado, até obras de pintura e escultura.
O Coimbra Nacional aconselha uma visita a este museu, bem como a toda a região de Oliveira do Hospital.
A Bobadela é uma particularmente bonita localidade deste concelho. Os romanos ergueram aqui um importante centro urbano por volta dos séculos I-IV D.C., como provam os significativos vestígios arqueológicos que hoje restam daquela a que na altura chamaram "splendidissimae civitati".
Sede de "municipium" na época romana, esta cidade assiste à extinção do seu esplendor, reduzindo-se com o tempo a uma simples, mas agradável, aldeia incluída na "terra" de Seia ("Bovedella quod est in terra de Senna" em 1256). Outrora dos senhores Freires de Andrade, foi mais tarde um priorado da apresentação da Casa do Infantado.

domingo, abril 17, 2005

COMUNICADO DA ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE MATERNIDADE E VIDA

HIPOCRISIA E DESPREZO
Comunicado de Imprensa
O Partido Socialista apresentou na Assembleia da República duas propostas legislativas relacionadas com a questão do aborto.Por um lado, pretende o PS que seja realizado um referendo sobre a descriminalização total do aborto realizado nas primeiras DEZ semanas de gravidez. Trata-se do cumprimento de uma promessa eleitoral do PS, da qual todos os eleitores, nomeadamente os que votaram PS tinham conhecimento. A pergunta proposta é semelhante à do referendo de 1998. O PS reconhece que não foi realizado qualquer estudo credível “sobre a realidade do aborto clandestino em Portugal”, mas mesmo assim, porque, como diz o Povo, “a ignorância é atrevida”, não hesita em afirmar que existem anualmente “milhares de mulheres” que abortam na clandestinidade! E, mais do que isso, tem o desplante de afirmar que “algumas” dessas mulheres “são submetidas a uma involuntária exposição pública”. É o cúmulo da hipocrisia! Têm sido os defensores do aborto livre, muitos deles ligados ao PS, que têm mobilizado a comunicação social para a porta dos Tribunais, utilizando indecorosamente o sofrimento alheio como arma de arremesso político. Se as poucas mulheres que em Portugal foram submetidas a um processo-crime por terem abortado ilegalmente tiveram a sua vida devassada e foram sujeitas a alguma humilhação pública apenas o devem à atitude panfletária e publicitária dos defensores da liberalização do aborto. O PS ou os seus companheiros de luta nada fizeram para ajudar as mulheres a não abortar ou para recuperarem do trauma que, em quaisquer circunstâncias, sempre resulta de um aborto. Apenas as querem utilizar para obter, à sua custa, projecção mediática! Mas o PS apresentou também um Projecto de Lei que visa a liberalização total do aborto, a pedido da mulher, até às 10 SEMANAS de gravidez e a possibilidade, desde que se aleguem razões de “natureza económica ou social”, o aborto ser efectuado até aos 4 MESES de gestação. Ou seja, o PS diz aos Portugueses que vai cumprir a sua promessa eleitoral e que só liberalizará o aborto até às 10 SEMANAS de gravidez se essa for a vontade do povo, expressa em referendo. Mas desde já, e para o caso de os Portugueses recusarem tal liberalização, o PS avança com um projecto de Lei sobre a matéria. E mesmo que o Povo apenas aprovasse o aborto a pedido até às 10 SEMANAS, o PS já avança com a liberalização total até aos 4 MESES (dezasseis semanas), embora “escondida” atrás de razões de natureza económica e social que afectem a “saúde psíquica” da mulher grávida. Mais abrangente não podia ser! Esta atitude do PS demonstra duas coisas: 1. Falta de carácter, cultura democrática e menosprezo pelos Portugueses. Avança-se com um referendo, pretendendo ouvir e seguir a opinião da maioria, mas já se tem na manga uma alternativa se o resultado não for o esperado ou uma forma de ir mais longe do que aquilo que o Povo, eventualmente permitir; 2. Desprezo pelas mulheres grávidas em dificuldades. O PS revela-se um Partido sem princípios humanos e sem respeito pelas pessoas. A uma mulher desesperada, que tem problemas financeiros ou de natureza social, a resposta do PS não é a criação de mecanismos que resolvam ou atenuem esses problemas e evitem o recurso ao aborto. É exactamente o contrário. O Estado do PS não ajuda financeiramente na gravidez e na criação do bebé, o Estado do PS não apoia a integração social. O Estado do PS PAGA O ABORTO! A proposta do PS é enviar o problema para o CAIXOTE DO LIXO. Nem que o problema seja um bebé com 4 MESES (!) de gestação. A Associação Portuguesa de Maternidade e Vida lamenta esta postura do Partido Socialista. Acreditamos que muitos militantes e dirigentes do PS, que têm uma cultura de defesa da vida e da dignidade humana ainda não se aperceberam do alcance desta proposta. A Lei tem também uma função de Prevenção Geral, de desincentivo de condutas que se consideram negativas, que, como no caso do aborto, atentam contra a vida humana e contra a dignidade pessoal, a saúde física e psíquica da própria mulher que aborta. E representa a perspectiva da sociedade quanto ao valor da vida humana. O aborto é permitido em Portugal nos casos previstos na Lei – e eles abrangem já, por exemplo, o perigo de lesão irreversível para a saúde psíquica da mulher grávida. O PS quer transformar o aborto na solução para problemas económicos ou sociais. Em perfeita sintonia com o Presidente da República: é mais fácil fazer “evoluir” a lei do que trabalhar para fazer evoluir a sociedade. O PS escolheu o caminho mais fácil. A Associação Portuguesa de Maternidade e Vida continua a trabalhar para ajudar quem sofre e fazer feliz quem opta pela Vida

sábado, abril 16, 2005

PORTUGAL NO SEU MELHOR

Existem gestores públicos a receber ordenados-base superiores a 10 mil euros em empresas extintas ou em liquidação. Tratam-se de remunerações que são o dobro das que são pagas a presidentes de Conselhos de Administração de empresas que estão no activo.
Mais uma escandalosa noticia que veio a terreiro. Até quando o povo português vai suportar estes roubos?

RAZÃO DE SER



São hoje por demais conhecidos os acontecimentos que conduziram ao declínio de Portugal e que acabaram por condicionar a vida, a soberania e o desenvolvimento desta Nação com quase nove séculos de História.
Diante das sucessivas e falhadas experiências governativas em que temos andado embrulhados nas últimas décadas, é difícil acreditar que com o actual mas já velho panorama político-partidário seja possível encontrar as respostas e as soluções que o nosso País precisa para se reerguer à altura de outros tempos.
Graças à incompetência demonstrada pelos políticos da nossa praça, o que temos diante de nós é um País sem vocação e sem capacidade para se fazer respeitar internacionalmente; um País onde o descontentamento alastra, o desemprego aumenta e a miséria é uma constante; um País onde, por isso mesmo, a insegurança cresce, a criminalidade progride e todos nos sentimos em perigo; enfim, um País no qual a apressada integração europeia acabou por determinar o fim do que restava da agricultura e das pescas, e em que a livre circulação de mercadorias, sem entraves de qualquer espécie, permitiu a invasão do mercado português por parte dos produtos estrangeiros. Ora, esta situação coloca as empresas nacionais sob o espectro da falência e, com isso, milhares de postos de trabalho estarão brevemente em risco de desaparecer e os seus trabalhadores de serem lançados para o desemprego.
Perante este quadro dificilmente desmentível, é fácil observar que as actuais forças políticas e as suas classes dirigentes não tiveram arte nem engenho para resolver os graves problemas que se colocam à sociedade portuguesa, tendo mesmo agravado a maioria deles.
Tal situação não pode dissociar-se do facto de a representação política ser da exclusiva responsabilidade dos mesmos – sempre os mesmos – partidos políticos que instrumentalizam a seu belo prazer o aparelho do Estado, empregando correligionários e distribuindo favores.
Portugal já teve governos de comunistas, de socialistas, de sociais-democratas, de centristas, sozinhos ou misturados nas mais diversas proporções – tudo falhou e ninguém fez o que prometeu. Para superar esta realidade, o Partido Nacional Renovador propõe um novo rumo para Portugal.
Como Portugueses para quem a Nação está acima de tudo, lutamos para que seja possível um governo verdadeiramente patriótico que promova valores em vez de proveitos, trabalho em vez de passeatas, justiça para todos os Portugueses e um Portugal mais forte e soberano, ao qual todos se orgulhem de pertencer.
O Partido Nacional Renovador defende o realismo político e económico, dentro da moral, da justiça e da ética social e vai ocupar o espaço que é seu por direito próprio. Batendo-se pela unidade da Pátria e das suas gentes, o Partido Nacional Renovador será, antes de mais nada, um movimento de acção que actuará vivamente contra os males profundos que destroem a sociedade portuguesa e se consubstanciam nas forças políticas até agora dominantes.
Sendo um combate pelo futuro, o Partido Nacional Renovador destina-se a intervir cada vez mais na vida política. Este é o caminho que se propõe percorrer e para o qual contará decerto com o apoio dos Portugueses. Com as condições mínimas para avançar, mas determinado a agir firmemente na defesa da integridade nacional, aí está o Partido Nacional Renovador.

sexta-feira, abril 15, 2005

FALTA DE MEMÓRIA

Pisos de estacionamento, uma rua e parte de um edifício com funções habitacionais foram construídos em zona verde, a seguir ao edifício onde está instalada a 1.ª Repartição de Finanças de Coimbra. As responsabilidades, segundo a Câmara de Coimbra, devem ser assacadas a quem aprovou, em 1995, o loteamento Jardins do Mondego.Consultar Diário de Coimbra.

Todos nós conhecemos, os mais diversos decretos, posturas e directivas, que este país já criou, no intuito de “defender” a mãe natureza. Também sabemos que grande parte das “avançadas” leis que criam neste país, são para Inglês ver.
O que esta noticia têm de interessante, é a crise de falta de memória que de repente acometeu, os antigos responsáveis pela autarquia, bem como as vistas grossas dos actuais.Na nossa opinião das duas uma, ou uma mistura das duas, ou alguém fechou os olhos, ou na altura do licenciamento estavam todos de olhos fechados

quinta-feira, abril 14, 2005

MAF- MANDA A FACTURA

O Coimbra Nacional associa-se aos promotores da campanha "MAF – Manda A Factura", e apela aos consumidores do concelho da Figueira da Foz, descontentes com os desmesurados aumentos da tarifa de água e saneamento, que remetam, por correio, cópia da última factura paga à empresa Águas da Figueira, para a Câmara Municipal, ao cuidado do senhor presidente.Sendo certo que os aumentos anunciados pelo senhor presidente não correspondem à realidade, pretende-se com esta iniciativa que os responsáveis políticos comparem o tarifário anterior com o actual e assumam, publicamente e de uma vez por todas, os valores reais dos aumentos.

quarta-feira, abril 13, 2005

PENEDO DA MEDITAÇÃO II

FIGUEIRA DA FOZ

Já tinha-mos comentado o aumento desmedido da factura da água na Figueira da Foz, parece que agora se começa a lançar uma campanha de combate a esta injustiça.
Os figueirenses estão a mandar a factura da água para a Câmara.
Nós apoiamos a luta do povo da Figueira esta injustiça têm que terminar.


BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS DE COIMBRA

Durante a celebração de mais um aniversário os Bombeiros esperavam ouvir do Presidente da Câmara, que o local para a construção do novo quartel já estava definido.
Está em estudo que é o mesmo que dizer, que tão cedo não vão haver noticias.


MIRA

Em passagem pela praia de Mira pude verificar o estado de degradação, em que se encontram, os passeios de madeira que servem de acesso à praia.
Até parece que durante a época baixa não temos o direito de ir à praia.

MONTEMOR O VELHO

As Associações Culturais e Desportivas do concelho dão mostras de grande desagrado, com a política de subsídios da Edilidade, segundo apura-mos, só têm olhos para as Associações laranginhas.

terça-feira, abril 12, 2005

ÓDIO AO PASSADO

É costume virarmos as culpas contra um tempo impossível recuperar. Mas é isso o que realmente sucede quando a frustração invade o intimo pessoal e, todos sem excepção, sentem o rumo dos acontecimentos deixar as suas marcas, em certo ponto dolorosas...
A revolta contra o passado político é de todas as desilusões, aquela que mais pretextos obtém, sobretudo entre as camadas intelectuais. O povo anónimo deixa-se envolver no mesmo espírito colectivo dos fabricantes dos dramas da politiquice e absorve o vírus revolucionário dos contadores de "histórias da vigarice". Por detrás desta encenação pré-elaborada, está um ideal que quase ninguém descortina. Servem-se da comunicação social para difundir o seu estratagema da simples conquista de simpatizantes e, se o poder não é conquistado, pelo menos o direito à oposição está garantido.
O negócio está em tudo que faz parte da vida quotidiana das pessoas. A mesma teia é montada para desfavorecer os injustiçados de outrora, já que os legisladores, se mudam alguma coisa, na generalidade visam, fundamentalmente, melhorar os rendimentos a todos aqueles que melhor souberam aproveitar as benesses da "outra senhora".
Os "chicos espertos" nunca levantaram um dedo sequer em defesa dos humildes. Escondidos como ratos no seu esconderijo, espreitaram a oportunidade para saírem a terreiro, gritar bem alto a sua indignidade contra a ditadura. Fazendo valer os seus dotes de "democratas à força" e os pergaminhos de bons oradores, discursam e comentam os mais variados "itens" bastante sugestivos, cujo objectivo primordial é denegrir a imagem do passado.
É preciso conhecê-los de ginjeira para não nos deixarmos cair na tentação das palavrinhas mansas, algo refinadas, que no fundo, os interesses são medidos à velocidade supersónica, que nos deixam perplexos, ou pior ainda- sem qualquer hipótese de reacção, perante um cenário de "contos do vigário", quais artistas ensaiados para nos iludir e corromper.
Sempre que os "senhores da política" merecem honras de entrevista para publicação digna de realce, eles armam-se de "gloriosos conquistadores" da democracia plena e de puros servidores dos pacatos cidadãos. É o caso de Pacheco Pereira, que se fartou de bater nos defuntos do regime anterior à liberdade que os "capitães de Abril" nos brindaram em 1974, numa conversa que ele concedeu à revista "Selecções do Reader's Digest".
Com direito à opinião de ver publicadas algumas afirmações suas, relativamente a elogios a figuras marcadamente polémicas, como foram na sua vida governativa: Mário Soares, Sá Carneiro e Cavaco Silva, então melhor seria ver ressuscitar Salazar e Marcelo Caetano, uma dupla de sucesso, muitas léguas- luz, comparativamente ao famigerado trio de má memória, para quem desfrute de perspicácia e de olfacto político para avalizar tudo que é sentido único em prol da Nação.
Às vezes sinto uma certa dó, ver a nossa juventude ser enganada por estes comentadores de fachada, bem pagos para "armarem aos cágados", fazendo o papel de "coitados do antigo regime" e de lutadores natos. Quando, ao fim de contas, se calhar estaríamos protegidos devidamente pelos ministros do Estado Novo!
Os aldrabões da política estariam caladinhos e, se quisessem vencer na vida, não seria através de comentários e prosas de carácter obsceno, como aquele alusivo aos pseudo-heróis da pátria, desses três sujeitos que mais não fizeram do que alimentar ilusões aos dignos e sacrificados trabalhadores.
Mete, na realidade, alguma dó, ver enriquecer tanta gente instruída, sem honestidade e a compaixão prática pelos concidadãos, desesperados por melhores condições de vida.
Falta muito pouco tempo para a comemoração do "Dia da Liberdade", altura propícia para mais umas tantas homenagens e condecorações a figuras de relevo, para entretenimento dos abençoados pelo novo regime.
Ao longo destas décadas, o discurso mantém-se intacto: "fazer regressar os nossos emigrantes e integrá-los na nossa sociedade, está quase"- louvor aos nossos compatriotas que procuraram vida melhor além-fronteiras, investiram nesta ilusão da democracia; porém receiam ser apanhados nesta "banha de cobra", para a qual não estão devidamente preparados.
É assim que uns sobrevivem em melhores condições e vida estável do que outros, envolvidos na mensagem profética dos propagandistas do actual sistema político. Todo o cuidado é restrito para quem procura alimentar esperanças num futuro melhor. Arremessar as culpas para um passado longínquo, fugindo à realidade dos factos históricos é pura demagogia. Convém estar atento!
António Oliveira

segunda-feira, abril 11, 2005

MANIFETAÇÕES ANTI-JAPÃO

Milhares de pessoas manifestaram-se ontem em Pequim contra aquilo que pensam ser um “revisionismo” japonês ao minimizar as atrocidades cometidas por este país durante a colonização de uma parte da Ásia. os manifestantes atacaram, posteriormente, a Embaixada japonesa na capital chinesa, a residência do embaixador e um restaurante nipónico.
Então e as Forças de Segurança Chinesas, tão “eficazes” que foram ao abortar, as manifestações pela liberdade na praça tiananmen, agora ficaram paradas?
O regime chinês que ocupa o Tibete, que pretende atacar Taiwan, que mercê de mão de obra escrava, produz a baixos custos produtos com os quais esta a minar a economia Europeia, não é alheio a estas manifestações. Sabemos bem as velhas tácticas dos comunistas, nós também passamos por elas nas inventonas que criaram a seguir ao 25 de Abril.
O problema é que no Japão como na Europa, os políticos que estão no poder, não sabem dar a resposta adequada a estas provocações.

sábado, abril 09, 2005

SAÚDE PÚBLICA

Cerca de 40% das grávidas infectadas com o HIV atendidas pela Maternidade Alfredo da Costa, em 2004, eram imigrantes, revelou a médica Cristina Guerreiro, num seminário sobre a saúde das mulheres imigrantes.
“No ano passado, entre 30 a 40% das mulheres infectadas com sida eram imigrantes, sobretudo de países africanos", afirmou a médica, sem precisar o número de mulheres atendidas na maternidade. Cristina Guerreiro indicou ainda que 10% dos seis mil partos que a maternidade.
Afinal a imigração descontrolada não afecta somente a segurança e o emprego, pelos vistos é também um perigo para a Saúde Pública.

ACORDA PORTUGAL

Todos nós conhecemos o parecer da OCDE onde vêm referenciados os baixos índices de produtividade de Portugal. O documento faz referencia à produtividade mais baixa de toda a União Europeia, a obscena evasão fiscal, a baixíssima aposta em inovação, no sector empresarial, as deficiências em educação e formação profissional, o mau uso dos dinheiros públicos, com excesso de gastos e escassez de resultados. Mas é no aprofundamento do fosso entre ricos e pobres que mais incide o retrato impiedoso do artigo. “Onde foram parar os fundos comunitários?, é a pergunta insistente em debates televisionados e em colunas de opinião dos principais jornais do país. A resposta mais frequente é que o dinheiro engordou a algibeira daqueles que mais tinham”, . E lá vêm as comparações: Portugal é o país da UE – suponho que a 15... – com os salários mínimos e médios mais baixos e em que os administradores das empresas públicas ganham vencimentos mais elevados. Porque é o mercado a determina-los ? Claro que não. “São os próprios administradores a fixa–los, remetendo culpas para o mercado.. os executivos das empresas privadas com participação estatal, ou das públicas com accionistas minoritários privados, fazem–se pagar principescamente com a cumplicidade dos accionistas de referência; e estes são representados por outros altos executivos. Grande parte dos nossos empresários estão mais interessados na imagem que projectam do que no resultado do seu trabalho. Para muitos, é mais importante o automóvel que conduzem, o tipo de cartão de crédito com que podem pagar a conta ou o modelo do telemóvel do que a eficiência da sua gestão.
Em suma é o capitalismo no seu melhor, é a herança de trinta anos de desgoverno, quiseram acabar com os ricos, acabaram por acentuar as clivagens.
Faltou à OCDE falar de alguns sectores económicos onde Portugal tinha tradição, ou começava a dar os primeiros passos, e que foram completamente arrasados, ou pela política de terra queimada dos comunistas e seus apêndices, ou pela falta de sentido de estado das teses neo- liberais..
As escolas anarquizam-se; põe –se de parte o ensino da nossa história ; fazem-se reformas conduzidas por falsos ideólogos, que amesquinham a Pátria e vilipendiam os seus maiores num soez insulto ao Povo Português.
As intenções são claras a comunicação social, apresentada como o paladino dos ideais democráticos faz uma censura a tudo o que não for politicamente correcto ,ou que possa incomodar os senhores do sistema.
Torna-se, pois, imperioso estruturar um regime verdadeiramente democrático com a participação activa da vontade popular, em que se desenvolvam laços fortes de responsabilidade e de autoridade que prestigiem o Estado e dignifiquem a vida do povo Português
Um Portugal progressivo voltado ao futuro, cimentado nos valores eternos da Pátria e firmando na vontade soberana de um povo, cuja glória de a servir e engrandecer o génio de Camões imortalizou.

quinta-feira, abril 07, 2005

ASSIM É ROUBO

Assim… é rouboO nosso Xerife de Nothimgam, ou seja, a Direcção–Geral de Impostos, continua a querer tirar aos “pobres” para dar aos “ricos”... Neste caso, ao Estado. Vem este desabafo a propósito de mais uma tentativa de “sacar” dinheiro para os cofres do Estado - que como se sabe tem sido ao longo de muitos anos um péssimo gestor dos nossos dinheiros - aos grandes heróis da nossa sociedade: os bombeiros voluntários. É mais uma daquelas que não lembra nem ao diabo. Os “xerifes” lá de Lisboa descobriram que os soldados da paz andavam a ganhar “rios” de dinheiro e não contribuíam com o “dízimo” para o famigerado IRS. Nem mais! E não estiveram com meias medidas. Os “comilões” dos bombeiros voluntários que fazem parte dos Grupos de Primeira Intervenção durante o Verão vão começar a ser taxados em 20 por cento do salário “milionário” que recebem durante a época de combate aos fogos florestais. Imaginem que os “milionários” - quase “euro-milionários” - auferem a “fabulosa” quantia de 1,43 euros por hora quando fazem parte destas equipas.

quarta-feira, abril 06, 2005

SÓ FITAS SÓ CAPAS

Fado e guitarradas regressam à cidade. A Secção de Fado da Associação Académica de Coimbra (SF/AAC) celebra 25 anos. Para assinalar a efeméride, as guitarradas e a nostalgia regressam de novo à cidade. No final de 1979, um movimento de estudantes, intitulado Movimento Pró Reorganização e Restauração da Praxe Académica de Coimbra, iniciou a sua intervenção participando na organização da semana académica (regresso da Queima das Fitas) e da primeira edição da festa das latas depois da instituição do luto académico de 1969. No dia 25 de Junho de 1980, era entregue uma sala para a futura secção. Nas palavras de um dos fundadores da SF/AAC, João Moura, “1980 foi um ano ímpar para a Universidade de Coimbra. A realização da primeira Queima das Fitas, após o 25 de Abril de 1974 e o início da actividade do “Grupo Dinamizador”, que veio dar origem à SF/AAC, no edifício da AAC, contribuíram decisivamente para o ressurgimento da tradição académica e para o “fado de Coimbra” em particular”. Vinte e cinco anos, após uma intensa luta que restaurou a tradição académica, a SF/AAC é a maior das secções da Associação Académica de Coimbra.
Esta comemoração trás para mim momentos que nunca vou esquecer.Eu tive a sorte de ter entrado para a Faculdade de Economia por esta altura, e como tal participei activamente neste movimento.Na altura todos os partidos á esquerda do PS estavam contra o ressurgimento da praxe, como partidos “amantes das amplas liberdades” moveram uma autentica caça ás bruxas, em relação a quem se atreve-se a vestir o traje académico.
Os nacionalistas participaram em força nesta luta, sendo muitas vezes chamados a auxiliar colegas em perigo.
Mas a Semana Académica como foi chamada na altura lá se foi fazendo, o contacto com o povo, a alegria do mesmo ao verde novo os seus queridos estudantes, eram como que o hino que nos fazia continuar, apesar das constantes escaramuças com os bandos organizados pelas esquerdas. Esta semana culminou com uma garraiada na Figueira da Foz como mandavam e mandam as praxes.No comboio todos nos preparava-mos para a chegada. Eram previstos confrontos com os opositores . Mas o povo de Coimbra numa prova de afecto pelos seus estudantes, esperava-nos á porta da estação, era um mar de gente até á Ponte de Santa Clara. Seguimos em manifestação até á AAC. SÓ FITAS SÓ CAPAS, SÓ FITAS SÓ CAPAS , SÓ FITAS SÓ CAPAS.

OS NOSSOS AMIGOS

As negociações para a entrega da barragem de Cahora Bassa ao Governo Moçambicano têm tido um impasse devido ao facto de os Moçambicanos , esperarem que Portugal baixe os valores a pagar pela barragem. Entretanto mantém conversações com o Governo Chinês para ser este a explorar a mesma.
Para além da descolonização exemplar, de termos de conceder facilidades aos estudantes Moçambicanos nas nossas Universidades e outros favores como paga do “colonialismo”, temos ainda de abdicar do investimento que lá fizemos. Mas esta entrega fosse para os Moçambicanos do mal o menos. No mira da barragem está o governo imperialista da China.
Também os nossos irmãos Brasileiros se preparam para nos deixar para trás. O Brasil prefere a Espanha a Portugal, para ter um centro de distribuição dos seus produtos na Península Ibérica.
Para receber-mos os seus assassinos, os seus traficantes de drogas, as suas prostitutas ( 30000 segundo o SEF ) somos um óptimo parceiro, para aquilo que verdadeiramente interessa, somos preteridos.
E perante isto o que vão fazer os nossos políticos? O costume certamente, lamentar tomar a posição de cócoras e pouco mais.
Para quando uma posição de força, em relação a este tipo de atitudes.
O povo português vai ser novamente humilhado?
ACORDA PORTUGAL

terça-feira, abril 05, 2005

O METRO MONDEGO

O Dr. Carlos Encarnação em artigo de opinião dá explicações sobre o Metro Mondego.
O COIMBRA NACIONAL, não pode concordar com a opinião do Sr. Presidente da Câmara de Coimbra.
O Distrito de Coimbra têm vindo a ser esquecido pelo poder central, mesmo quando as cores do governo coincidem com as das autarquias.
Os grandes projectos para Coimbra e para o Distrito têm sido constantemente protelados.
Os altos preços na construção em Coimbra têm afastado para os arredores muitas famílias, as zonas da Lousã e Miranda do Corvo são um exemplo desta “fuga”.
Ora o traçado do Metro na forma que o Dr. C. Encarnação defende vai lesar e muito, os utentes destas zonas, sendo que Serpins vai ser o principal prejudicado.
Defender que devemos aceitar o actual traçado porque corremos o risco de não ter nenhum, é baixar os braços ás imposições do poder central, é aceitar as migalhas que nos pretendem estender.
As regiões em causa devem unir-se, fazer ouvir a sua voz, exigir a obra por completo, a bem das populações ,e do desenvolvimento económico.

domingo, abril 03, 2005

FALECEU JOÃO PAULO II

O Papa João Paulo II morreu este sábado às 21h37, hora de Itália, 20h37 em Lisboa. O anúncio foi feito pelo Vaticano. É um nome que fica na História. Um Homem que fez História. João Paulo II morreu hoje, aos 84 anos, depois de uma vida ensombrada pela doença de Parkinson.
O Coimbra Nacional está solidário com todos os portugueses que nesta hora choram o desaparecimento de João Paulo II.Por respeito aos princípios religiosos da esmagadora maioria do povo português o Coimbra Nacional, associa-se ao luto nacional.

sábado, abril 02, 2005

O MONSTRENGO

O monstrengo que está no fim do mar
na noite de breu ergueu-se a voar:
à roda da nau voou três vezes,
voou três vezes a chiar,
e disse:-«Quem é que ousou entrar
nas minhas cavernas que não desvendo,
meus tectos negros do fim do mundo?»
E o homem do leme disse, tremendo:
- «El-Rei Dom João Segundo!»


-«De quem são as velas onde me roço?
De quem as quilhas que vejo e ouço?»
-disse o mostrengo, e rodou três vezes,
três vezes rodou imundo e grosso.
-«Quem vem poder o que só eu posso,
que moro onde nunca ninguém me visse
e escorro os medos do mar sem fundo?»
E o homem do leme tremeu e disse:
-El- Rei Dom João Segundo!»


Três vezes do leme as mãos ergueu,
três vezes ao leme as reprendeu,
e disse no fim de tremer três vezes
-«Aqui ao leme, sou mais do que eu:
sou um povo que quer o mar que é teu;
e mais que o mostrengo, que me a alma treme
e roda nas trevas do fim do mundo,
manda a vontade, que me ata ao leme,
de El-Rei Dom João Segundo!»

Fernando Pessoa

sexta-feira, abril 01, 2005

AVEIRO NACIONAL

As páginas nacionalistas não param de crescer agora chegou a vez da cidade de Aveiro.
O Coimbra Nacional saúda a criação do Aveiro Nacional e recomenda uma visita.
Para os nossos leitores da zona vai um apelo de ajuda e colaboração, com esta iniciativa.
O blogue pode ser visitado através do link, que já adicionamos.